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Como um braço dos
Andes, a cordilheira Domeyco surge na latitude de
Calama e segue para sudoeste, formando um ângulo de
aproximadamente 30º com a cordilheira mãe. Embora
não faça parte dos roteiros tradicionais, um tour
pelo vale do Arco-Íris, que se encontra na
cordilheira Domeyco, é uma ótima opção.
as cores se alternam
freneticamente.
Em alguns locais do
vale do Arco-Íris, pode-se ver o cactus Urus, típico
da ilha Incahuasi do
Algumas formações
parecem cuidadosamente esculpidas.
Um pouco ao sul do
vale do Arco-Íris, no caminho para San Pedro, há um
local que foi sede de uma civilização pré-histórica
(22º40'35s / 68º14'10w). Nesse local, interessantes
inscrições rupestres podem ser observadas.
A imagem ao lado,
fazia provavelmente parte da decoração do quarto de
crianças. Pois ilustra filhotes de vicunhas
brincando.
Até o início do
século passado, o transporte de
Llareta,
usada como combustível na usina de
Chuquicamata, era feito por mulas. Com o domínio dos
combustíveis fósseis as mulas, aqui chamadas de
burricos, foram abandonadas. As gerações
remanescentes adaptaram-se ao clima árido das
montanhas e hoje são completamente selvagens.
O tour ao campo de
gêiseres "El Tatio" começa antes do amanhecer.
Partindo-se de San Pedro de Atacama, na direção
norte, paralelo a cordilheira dos Andes.
El tatio se localiza
próximo do ponto onde a cordilheira Domeyco se
encontra com a cordilheira dos Andes.
O centro da região
mais ativa de El Tatio está localizado a 22º20'00s /
68º00'39w.
Alguns gêiseres
atingem mais de 10 m de altura.
Apesar da
temperatura de -10 ºC, vale a pena ver o sol surgir
lentamente da cordilheira dos Andes, nessa paisagem
que nos permite vislumbrar os remotos tempos da
formação do planeta.
Os gêiseres mantêm
sua atividade constante. Entretanto, após o
amanhecer, o ligeiro aquecimento do ar produz a
diminuição na condensação de vapor. Assim, tem-se a
impressão que sua atividade diminui. Por isso as
visitas sempre são feitas antes do amanhecer.
Seguindo na direção
de Calama, antes do deserto de Atacama, temos a
cordilheira Domeyco. Da altitude de 4600 m vemos a
estrada que liga San Pedro a El Tatio. Os nevados
pertencem aos Andes e estão na Bolívia.
Uma montanha de
enxofre, na Bolívia, na região de Sol de la Mañana.
Do alto da
cordilheira Domeyco, tem-se o melhor ângulo para
fotografar o Sairecabur nos Andes.
Mirando as lentes
mais para o sul, com o auxílio do zoom óptico de 380
mm, é possível vislumbrar o cume do Licancabur.
A estrada que se vê liga San Pedro a El
Tatio.
Do alto da
cordilheira Domeyco é possível ver o nevado Del Leon
ao norte. O cerro da direita é o Toconce.
Descendo o cerro
Cablor, mostrado parcialmente na imagem, voltamos ao
Atacama, na região de Calama.
O primeiro Pueblo
que encontramos foi Caspana. Na entrada do vilarejo
uma placa indicando a altitude de 3200 m e a
população de 429 hab.
A arquitetura,
incluindo o material das construções, é a
característica mais marcante desses pueblos. Cada
vilarejo tem sua arquitetura distinta.
Nessa região do
deserto de Atacama, os nevados San Pedro e San Pablo
dominam a paisagem.
Seguindo em direção
a Calama encontramos, no meio do deserto, a laguna
Chiu Chiu (22º20'20s / 68º35'59w). Ela é um perfeito
círculo, com 150 m de diâmetro, cujo fundo nunca foi
alcançado. O nevado ao fundo é o Paniri.
Segundo a lenda, a
linda princesa Inca Coya, amada de Atahualpa,
por uma traição, jogou-se no lago com seu
filho. As águas assumiram a cor dos olhos da
princesa.
Com o mesmo nome da
laguna da princesa Coya, encontramos o pueblo de
Chiu Chiu.
A partir de Chiu
Chiu, seguindo em direção ao norte pelo vale do rio
Loa encontramos o pukara de Lasana, no pueblo de
mesmo nome. O forte ou pukará de Lasana é um
labirinto gigante com diferentes níveis. Ao fundo,
San Pedro e San Pablo.
Diz a lenda que em
Lasana vivia uma princesa que amava o mensageiro que
percorria o rio Loa e que havia lhe prometido trazer
o som do mar em uma concha. Porém, morreu sem
cumprir a promessa. A princesa transformou-se em uma
paloma de pedra que permanece no vale, na esperança
eterna de receber seu presente. Na imagem, com um
pouco de imaginação, é possível ver a cabeça e o
peito da paloma em pé, surgindo na parede esquerda
do vale.
Entre Lasana e Chiu
Chiu, o caminho pelo vale é rico em inscrições
rupestres.
No caminho de Chiu
Chiu a Calama é possível ver a maior usina de cobre
do mundo.
Chegamos em Calama.
Quase tudo por aqui é de Cobre.
Terra do cobre e do
rio Loa. Terra do laranja Cobreloa.
Imagem típica do
caminho Calama - San Pedro.
Calama tem sua
economia baseada no cobre de Chuquicamata e no
turismo, pois aqui está o aeroporto mais próximo de
San Pedro, com vários vôos diários para Antofagasta
e Santiago.
Decolando de
Antofagasta, a 300 km de San Pedro, é possível ver o
imponente Licancabur com Juriques a sua direita. A
montanha mais próxima à esquerda é o Kimal.