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A 100 km de San
Pedro, em direção ao sudeste, a caminho do
altiplano, encontra-se o pueblo Socaire, com
129 hab e 3200 m de altitude. A igreja, que foi
recentemente construída, está perigosamente
inclinada devido à ação sísmica.
Dessa altitude já é
possível ter uma visão geral do salar de Atacama,
900 m mais abaixo.
Entre 2700 e 3500 m
pode-se encontrar um cactus conhecido por
asiento de Suegra.
Próximo dos 4000 m a
paisagem assume a cor do altiplano. A montanha ao
lado é a Miniques (5910 m). Entre ela e as lentes
vamos encontrar uma laguna com mesmo nome.
A 4200 m encontramos
a laguna Miscanti, que nesse ângulo, assume cor
negra.
Entretanto,
mirando-se as lentes para o norte ela assume cor
celeste. O nevado maior tem mesmo nome que a laguna.
Laguna Miscanti com
Nevado Lena ao fundo. A margem oeste da laguna,
mostrada na foto, tem 5300 m de
extensão.
Na imagem obtida 3
km mais ao sul, pode-se ver também o nevado
Chiliques, à direita. 
1100 m mais ao sul
da laguna Miscanti encontra-se a laguna Miniques,
aos pés da montanha de mesmo nome. Para ter idéia de
escala, o ponto cinza em destaque é o nosso veículo
4 X 4. Clic na imagem pra ver.
Nosso almoço no
altiplano, com muito estilo e bom vinho chileno.
A 50 km de San
Pedro, subindo o altiplano na direção leste, pela
ruta 27, a 4500 m do nível do mar, temos
acesso a fronteira com a Bolívia.
Aqui, na base leste
do vulcão Juriques, encontra-se o posto policial da
fronteira boliviana, como também o posto de controle
do
Em solo boliviano
encontramos a laguna Branca.
As lagunas Branca e
Verde são espelhadas durante a manhã, enquanto não
há vento. Diferente da região sul dos Andes, aqui o
clima é muito estável e previsível. O vento
geralmente inicia ao meio dia.
A laguna Branca é
ligada a laguna Verde por um pequeno riacho,
mostrado na imagem.
Laguna Verde
espelhada, na manhã do dia 12 de setembro de 2006. A
montanha ao fundo é o
Ao leste do
Licancabur, o vulcão Juriques com 5700 m de
altitude.
A laguna altera sua
cor com o toque do vento que se aproxima.
Quando completamente
envolvida pelo vento, torna-se esmeralda.
É um privilégio
poder vislumbrar essa fascinante paisagem.
Laguna Branca com o
vento da tarde.
Seguindo em direção
ao Passo Jama, na Argentina, 10 km depois do vulcão
Juriques, mostrado ao lado, a ruta 27
ultrapassa os 4700 m.
Daqui, é possível
vislumbrar o Sairecabur (a esquerda) e a laguna
Verde em território Boliviano.
A ruta 27
permanece acima dos 4700 m por mais de 50 km.
Em alguns locais a
estrada chega próximo de 4900 m. Ao fundo o vulcão
Pili. Escondido atrás dele está o Lascar.
A paisagem é
sensacional.
As montanhas assumem
várias cores. As escuras são as mais recentes e mais
altas. Essas aí estão no lado Boliviano.
Almoçamos na margem
da estrada, à beira de um bofedal congelado
(23º04'55s/67º35'52w).
A paisagem e o ótimo
vinho chileno nos mantinha aquecidos.
A 12 km das lentes,
na direção sul, é possível ver os tornados que tomam
conta do salar de Pujas.

Chegamos no território dos Monges
de Pacana.
Para ter uma idéia
do tamanho dessas formações rochosas, a Anne posou
ao seu lado.
Nesse ponto saímos
da ruta 27. Daqui até o salar de Tara, serão
40 km pela areia do deserto. A montanha ao fundo é o
Sapaleri.
O pico do Sapaleri é
o marco do ponto tríplice da fronteira Chile,
Argentina e Bolívia.
A dez km do salar de
Tara, surgem as formações rochosas conhecidas por
Catedrales.
A medida que nos
aproximamos de Tara, as catedrales tomam
conta da paisagem.
Elas nos acompanham
até a beira do salar.
O salar de Tara está
a 4300 m de altitude.
Almoçamos em um
refúgio do Conaf, à beira do salar. O refúgio serve
para abrigar do frio os viajantes e pastores.
Durante o retorno,
avançando um pouco, na direção da Argentina, pela
ruta 27, encontra-se o salar de Águas
Calientes.
Ao fundo é possível
ver o Sapaleri.
No retorno, as
lentes registram uma impressão do Licancabur
(esquerda) e do Juriques, de um ângulo pouco usual.