<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><Atividade>
  <Dados>
    <Titulo>Florestamento de eucaliptos</Titulo>
    <Autor>Marcelo Eichler</Autor>
    <Status>unpublished</Status>
    <Palavras>p1</Palavras>
    <Descricao>A indústria de papel e celulose e os impactos sociais e ambientais da silvicultura</Descricao>
    <Mapa largura="730" altura="548">[class Definitions_img1]</Mapa>
  </Dados>
  <Tabelas>
    <Tabela nome="Acidez dos solos" unidade="pH">
      <Dado>6,1</Dado>
	  <Dado>6,11</Dado>
	  <Dado>6,12</Dado>
	  <Dado>5,0</Dado>
	  <Dado>5,1</Dado>
	  <Dado>6,0</Dado>
	  <Dado>6,01</Dado>
    </Tabela>
	<Tabela nome="Florestamento" unidade="m2">
      <Dado>1</Dado>
	  <Dado>2</Dado>
	  <Dado>3</Dado>
	  <Dado>4</Dado>
    </Tabela>
  </Tabelas> 
  <Areas>
    <Area largura="129" altura="168" x="601" y="380">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">6,1pH</Dado>
	  <Dado tableName="Florestamento">1</Dado>
    </Area>
	<Area  x="241" y="7" largura="242" altura="159">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">5,0pH</Dado>
	  <Dado tableName="Florestamento">2</Dado>
    </Area>
	<Area  x="0" y="6" largura="241" altura="161">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">5,1pH</Dado>
	  <Dado tableName="Florestamento">3</Dado>
    </Area>
	<Area x="2" y="382" largura="320" altura="166">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">6,11pH</Dado>
	  <Dado tableName="Florestamento">4</Dado>
    </Area>
	<Area x="321" y="382" largura="280" altura="166">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">6,0pH</Dado>
    </Area>
	<Area x="1" y="166" largura="486" altura="216">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">6,01pH</Dado>
    </Area>
	<Area x="483" y="116" largura="247" altura="266">
      <Dado tableName="Acidez dos solos">6,12pH</Dado>
    </Area>
  </Areas>
  <Midias>
	<Midia url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/Enx02.jpg" legenda="TTTTPaisagem de indústria de papel e celulose (Flickr_Oitana)" x="303" y="24"/>
	<Midia url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/FLO14_SBS04.jpg" legenda="CCCCCadeia produtiva do eucalipto" x="24" y="202"/>
	<Midia url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/FLO11_SBS02.jpg" legenda="Importâncias das plantações florestais II" x="105" y="64"/>
	<Midia url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/FLO11_SBS01.jpg" legenda="Importância das plantações florestais" x="32" y="75"/>
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	<Midia url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/FLO10_EvolIndFloreBR.jpg" legenda="Evolução da indústria florestal no Brasil" x="175" y="56"/>
  </Midias>
  <Videos>
	<Video url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/Correio Braziliense3.flv" legenda="Parte 3 de 3 de reportagem de Lúcio Vaz para o Correio Braziliense" x="533" y="152"/>
	<Video url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/Correio Braziliense.flv" legenda="Parte 1 de 3 de reportagem de Lúcio Vaz para o Correio Braziliense" x="421" y="32"/>
	<Video url="http://www.iq.ufrgs.br/aeq/jigo/images/uploaded/Correio Braziliense3.flv" legenda="Parte 3 de 3 de reportagem de Lúcio Vaz para o Correio Braziliense" x="511" y="127"/>
	<Video url="Correio Braziliense2.flv" legenda="Parte 2 de 3 de reportagem de Lúcio Vaz para o Correio Braziliense" x="466" y="91"/>
  </Videos>
  <Personagens>
    <Personagem url="../images/characters/cadeirante.swf" x="463" y="197">
      <Nome></Nome>
      <Ocupacao></Ocupacao>
      <Texto></Texto>
    </Personagem>
	
	<Personagem url="../images/characters/cadeirantemulher.swf" x="512" y="34">
      <Nome>Joelma Castro</Nome>
      <Ocupacao>Indígena</Ocupacao>
      <Texto>bla bla bla</Texto>
    </Personagem>
	
	 <Personagem url="../images/characters/ecochato.swf" x="629" y="333">
      <Nome>Tutti Frizzo</Nome>
      <Ocupacao>Pesquisador da Agência de Proteção Ambiental</Ocupacao>
      <Texto>As pesquisas em ambientes aquáticos, próximos a indústrias, ajudam a avaliar o potencial poluidor de diversos setores produtivos. Na indústria de papel celulose, o processo de branqueamento na produção de polpa de madeira possui um grande potencial poluidor. Por exemplo, a indústria do papel é considerada a terceira mais poluente nos Estados Unidos e estima-se que no Canadá essa indústria seja responsável por 50% dos efluentes despejados nos rios, lagos e mares. Na indústria papeleira, a polpação da madeira e a produção de papel geram uma considerável quantidade de poluentes caracterizada como demanda bioquímica de oxigênio (DBO), sólidos suspensos, toxicidade e cor, que são lançados nos cursos d’água quando os efluentes forem pouco ou não tratados. Por isso é preciso supervisionar os ambientes aquáticos próximos ao despejo dos efluentes das fábricas de papel. Em rios e lagos na cercania de indústrias antigas, que utilizaram o processo Kraft de branqueamento da polpa, notou-se a persistência ambiental dos poluentes. Mesmo após 25 anos de fiscalização, controle e tratamento dos efluentes industriais, o acúmulo dos despejos dos anos anteriores impactou os ambientes lacustres, diminuindo a diversidade e a produtividade das comunidades bênticas estudadas. Entretanto, chega-se a outro resultado quando se investiga o impacto ambiental das fábricas de papel que não utilizam o processo de branqueamento na produção de polpa de madeira. Nesses casos, os ensaios de laboratório e as pesquisas de campo indicam que não é possível evidenciar efeitos adversos à biota do ambiente aquático nas proximidades da indústria de papel que não utiliza o processo Kraft de branqueamento.</Texto>
    </Personagem>
	
	<Personagem url="../images/characters/medicanegra.swf" x="127" y="129">
      <Nome>Izabel Green</Nome>
      <Ocupacao>Médica, toxicóloga e ativista de Organização Não Governamental Verde</Ocupacao>
      <Texto>As tecnologias de produção de papel utilizadas nos países em desenvolvimento são diferentes daquelas que são usadas nos países desenvolvidos. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos as atuais tecnologias de branqueamento do papel são ecologicamente corretas, pois não produzem efluentes com substâncias organocloradas, a maior parte das indústrias de papel em países em desenvolvimento, como no Brasil e na Índia, está ainda baseada em tecnologias convencionais de branqueamento, que fazem uso de altas quantidades de cloro elementar. O gás cloro e os compostos de cloro utilizados no branqueamento do papel produzem numerosos compostos organoclorados. A maior preocupação é com os compostos que são altamente tóxicos e de baixo peso molecular, pois esses são persistentes à degradação ambiental. Esses compostos químicos são conhecidos com o nome de dioxinas. Esse é um nome comum para duas famílias de compostos químicos, os dibenzo-p-dioxinas policloradas (são 75 compostos diferentes) e dibenzofuranos policlorados (135 compostos). Nos efluentes da indústria papeleira, entre essas 210 diferentes dioxinas, dois são os compostos mais preocupantes do ponto de vista da toxicologia, o 2,3,7,8-TCDD (tetraclorodibenzo-p-dioxina) e o 2,3,7,8-TCDF (tetraclorodibenzofurano). Essas dioxinas são concentradas nos sedimentos dos ambientes aquáticos (lagos e rios, principalmente), ocasionando efeitos duradouros na biota aquática. Essas substâncias, também, sofrem bioacumulação e bioconcentração, que eventualmente pode afetar a saúde dos seres humanos através da cadeia alimentar. Dessa forma, a exposição humana às dioxinas provém quase que exclusivamente da ingestão alimentar, especialmente de carne, peixes e laticínios.</Texto>
    </Personagem>
	
	<Personagem url="../images/characters/homemcarecaindiano.swf" x="371" y="154">
      <Nome>Masao Onda</Nome>
      <Ocupacao>Professor universitário na área de ecologia.</Ocupacao>
      <Texto>As plantações de eucalipto afetam a qualidade dos solos em pradarias e savanas. Algumas pesquisas relatam uma rápida salinização do solo e das águas subterrâneas em regiões de florestamento de eucalipto na pradaria úmida do Pampa argentino. Os solos sob plantações de eucaliptos apresentaram, também, aumento da acidez, quando comparados com o solo da pradaria. Em regiões onde há plantações de eucaliptos entre 10 e 100 anos, notou-se a diminuição de cerca de 1 unidade de pH, em média, e a baixa troca de íons de cálcio na superfície do solo. A acidificação dos solos dos pampas, sob as plantações de eucalipto, é da mesma intensidade de áreas altamente industrializadas afetadas por chuva ácida. Porém, em um artigo mais abrangente, publicado na prestigiosa revista Science, mostrou-se que as estratégias de seqüestro de carbono privilegiam a plantação de árvores sem considerar completamente suas conseqüências ambientais. A combinação de pesquisas de campo, envolvendo a síntese de mais de 600 observações, com a modelagem climática e econômica mostrou uma substancial perda no fluxo dos cursos d’água e aumento da acidificação e salinização dos solos sob florestamento. As plantações de árvores apresentam maior demanda de água do que as pradarias, as savanas e as terras agrícolas, que tipicamente também possuem aumento na demanda de nutrientes. Essa demanda modifica a química do solo, afetando sua fertilidade e resistência. Observa-se uma diminuição da concentração de cálcio, magnésio e potássio, devido à duplicação da concentração de sódio em muitas amostras de solo. Quanto à acidez, de forma geral, em 98 de 114 casos, o florestamento resultou na diminuição média de 0,3 unidades de pH. Em um quarto dos casos, o declínio foi maior, entre 0,5 e 1,6 unidades de pH.</Texto>
    </Personagem>
    
	<Personagem url="../images/characters/carabranco1.swf" x="247" y="18">
      <Nome>João da Mata</Nome>
      <Ocupacao>Engenheiro florestal e pesquisador da indústria papeleira</Ocupacao>
      <Texto>As plantações de eucalipto em larga-escala e industrial são um fenômeno das quatro últimas décadas. As maiores áreas plantadas com eucalipto estão no Brasil, na África do Sul, na Espanha e em Portugal. O Brasil é o maior produtor mundial de polpa de eucalipto. As plantações de Eucalyptus Grandis, principalmente, fornecem mais de 15 milhões de m3 de polpa de celulose a baixos custos. O crescimento da madeira se dá entre 5 e 10 anos e fornece um material uniforme, opaco e com boa claridade, que pode ser utilizado na produção de papéis brancos para a impressão e cópia. A demanda por esse produto está aumentando e cerca de metade do comércio internacional de polpa de madeira branqueada é originada dos eucaliptos. Pode-se dizer que, em geral, todas as atividades da indústria papeleira são conduzidas de acordo com os mais altos princípios de tecnologia, de qualidade e do desenvolvimento sustentável, que significa a promoção do desenvolvimento econômico e social em harmonia com a natureza. Para assegurar a produção sustentável de madeira, a indústria investe em pesquisa, desenvolvimento e inovação para melhorar suas florestas, seus processos de produção de polpa de madeira e seus produtos. Visando à melhoria da qualidade, as companhias do setor desenvolvem e adaptam tecnologias, especialmente aquelas relacionadas ao cultivo do eucalipto e ao manejo do solo.</Texto>
    </Personagem>
    
    <Personagem url="../images/characters/mulherpobreindia.swf" x="354" y="252">
      <Nome>Salita Pardi</Nome>
      <Ocupacao>Economista de fundação pública de pesquisa aplicada</Ocupacao>
      <Texto>Desde a metade dos anos 1980, os movimentos sociais tem tido uma profunda influência sob a indústria papeleira. Na primeira metade do Século XX, surgem os primeiros avanços tecnológicos nessa indústria, através do advento do processo Kraft de polpação, incluindo a utilização do gás cloro para o branqueamento da polpa. Porém, devido à pressão dos ativistas ambientais e dos legisladores, a utilização do cloro elementar foi eliminada do processo Kraft de polpação e branqueamento. Isso ocorreu nos países do norte da Europa, onde os ambientalistas são institucionalmente fortes, com diversos membros no parlamento e em ministérios, devido à participação de membros de partidos vinculados à causa ecológica em coalizões de governo. Por volta de 1991, os líderes da indústria papeleira declararam o gás cloro banido do processo de fabricação do papel, nos Estados Unidos e na Europa. Utilizando expressões como “adaptando-se às novas demandas do mercado”, os industriais foram influenciados e cederam ao ativismo ambiental e apressaram inovações nas tecnologias de polpação e branqueamento. Assim surgiram duas alternativas: a substituição do cloro elementar pelo dióxido de cloro no branqueamento da celulose, gerando o processo ECF (elementar chlorine free, no original; livre de cloro elementar), ou o branqueamento com peróxido de hidrogênio, originando o processo TCF (totally chlorine free, no original, totalmente livre de cloro). A utilização das tecnologias ECF e TCF, entretanto, resulta em uma produtividade muito menor. A tecnologia TCF tem sido adotada amplamente nos países nórdicos (Finlândia, Noruega e Suécia, por exemplo) e é a favorita dos mercados europeus, enquanto que as indústrias estadunidenses utilizam o processo ECF. As empresas norte-americanas argumentam que os benefícios adicionais da tecnologia TCF não compensam o investimento extra. Trata-se de um caso típico de um jogo não-cooperativo no qual uma empresa não adota o processo TCF simplesmente porque as demais não o farão. No Brasil, constata-se que há empresas que ainda produzem celulose standard (branqueada com gás cloro) para atender o mercado interno ou a determinados clientes menos exigentes do ponto de vista ambiental, mas bastante sensíveis em relação a preço. As diferentes proporções de produção da celulose standard, ECF e TCF entre as empresas refletem os distintos mercados atendidos pelas empresas produtoras de celulose.</Texto>
    </Personagem>
	
	<Personagem url="../images/characters/velhobranco.swf" x="400" y="357">
      <Nome>Vero Claríssimo</Nome>
      <Ocupacao>Biólogo e paisagista</Ocupacao>
      <Texto>As florestas plantadas são parte da paisagem em muitas regiões do mundo. A plantação de florestas fornece lenha e forragem no Senegal, polpa de celulose no Brasil, tábuas na Nova Zelândia, proteção às bacias hidrográficas no Nepal e paisagens estéticas na Escócia e na Dinamarca. Essas florestas contribuem para a prosperidade econômica e a potencial sustentabilidade das comunidades humanas. As florestas plantadas provêm madeira, forragem, habitats para a vida selvagem, proteção para microbacias hidrográficas, lugares recreativos, experiências estéticas e condições ecológicas para muitas outras florestas. A pressão humana sobre as florestas nativas continua a crescer, por razões que vão desde a necessidade de lenha até o desejo de preservar ecossistemas antigos. As florestas plantadas, manejadas intensiva ou extensivamente, são essenciais para o futuro e o presente de nossas sociedades e culturas. Devido as espécies utilizadas e ao desenvolvimento genético, o eucalipto se tornou, atualmente, a espécie florestal mais plantada no mundo. No final do Século XVIII, o botânico francês Charles Louis De Brutelle chamou de Eucalyptus uma árvore australiana. Naquela época, não se percebeu o potencial do eucalipto como uma importante fonte de produtos florestais. A madeira era difícil de serrar e tratar, então era comumente considerada como fonte de lenha. Porém, as razões para plantar eucaliptos mudaram muito através do tempo. Hoje em dia, o eucalipto fornece madeira para tábuas, esteio, dormente e moirões, polpa de celulose, chapas de compensado, carvão, óleos essenciais, mel, taninos, sombra e proteção à fauna.</Texto>
    </Personagem>
   
   <Personagem url="../images/characters/gordonegro.swf" x="352" y="436">
      <Nome>José Pretto</Nome>
      <Ocupacao>Agrônomo da Secretaria de Agricultura</Ocupacao>
      <Texto>O pH indica, de certa forma, a saúde dos solos. O caráter de acidez ou alcalinidade dos solos é um importante fator na produção agrícola – florestal, influindo na disponibilidade de nutrientes às raízes das plantas, propiciando condições favoráveis ou de toxidez; concorre, igualmente, para favorecer o desenvolvimento de microorganismos que operam transformações úteis para melhorar as condições do solo, como também podem concorrer para dar meio propício a microorganismos causadores de doenças às plantas. Os solos que têm o pH entre 5,8 e 7,5 tendem ser livres de problemas do ponto de vista do crescimento de plantas. Abaixo do pH 5, poderá haver deficiência de elementos Ca (cálcio), Mg (magnésio), P (fósforo), Mo (molibdênio), B (boro), ou toxidez de Al (alumínio), Mn (manganês), Zn (zinco) e outros metais pesados. A presença de pH entre 8,0 e 8,5 indica a ocorrência de carbonato de cálcio e/ou magnésio livres e baixas disponibilidades dos elementos P, Mn, Zn e Cu (cobre).</Texto>
    </Personagem>
  </Personagens>
  
  <Dissertativas>
    <Enunciado>Como você pôde observar, na parte inferior do mapa, existe a indicação de uma região em que pode ocorrer o florestamento de eucalipto. Você concorda que essa área seja utilizada para a plantação de eucaliptos visando à produção de polpa de celulose e papel? Escreva uma redação em que estejam presentes os argumentos que sustentam sua decisão.</Enunciado>
    <Enunciado>Uma vez que há a possibilidade de desenvolver um debate acerca dessa temática, que outros indivíduos, grupos ou organizações você acha que concordam com sua opinião?</Enunciado>
    <Enunciado>Na mesma linha da questão anterior, que outros indivíduos, grupos ou organizações você acha que discordam de sua posição?</Enunciado>
    <Enunciado>Nem sempre as pessoas estão de acordo em temas polêmicos, assim, quais são alguns argumentos contrários a sua posição?</Enunciado>
    <Enunciado>Por fim, como você poderia responder a esses argumentos?</Enunciado>
  </Dissertativas>
  <MultiplaEscolha>
  </MultiplaEscolha>
  <FAQS>
	<FAQ>
      <Pergunta>Como eu devo usar esse objeto de aprendizagem?</Pergunta>
      <Resposta>A idéia é que você explore livremente o objeto de aprendizagem. Acesse as diferentes informações, na forma de texto, ou em imagens e vídeos. Analisando, somando e comparando essas informações você terá melhores condições de tomar uma decisão com relação a essa temática.</Resposta>
    </FAQ>
    <FAQ>
      <Pergunta>O que eu devo fazer após concluir o questionário ao final da atividade?</Pergunta>
      <Resposta>Pergunte para seu(sua) professor(a). Provavelmente o e-mail dele(a) foi informado, então envie uma mensagem eletrônica com os conteúdos de seu questionário e verifique se não haverá outro tipo de avaliação ou utilização da atividade.</Resposta>
    </FAQ>
    <FAQ>
      <Pergunta>Onde posso obter mais informações sobre os assuntos que são aqui apresentados e sobre os quais eu pouco conheço ou quero me informar melhor?</Pergunta>
      <Resposta>Essa ferramenta foi basicamente concebida utilizando informações retiradas da Internet. Nesse sentido, indicamos algumas importantes fontes de informação para uso escolar, como a Wikipedia e o YouTube.</Resposta>
    </FAQ>
  </FAQS>
</Atividade>